Aproximando as pessoas cada vez mais da história. "Povo que não conhece sua história, está condenado a repeti-la"
quarta-feira, 14 de março de 2012
A Filinha do Papai - Svetlana a filha de Stálin
domingo, 11 de março de 2012
Falando de Sutiãs
quarta-feira, 7 de março de 2012
Museu Paulo Firpo
terça-feira, 6 de março de 2012
Marco Polo pode não ter ido à China.
Os relatos do mercador de Veneza Marco Polo eram tão extravagantes que ele ganhou fama de mentiroso em sua cidade natal. Embora o Livro das Maravilhas, do século 13, tenha encantado muitas gerações e inspirados até Cristóvão Colombo, sempre se especulou sobre sua veracidade. A historiadora britânica Frances Wood (autora da obra Marco Polo foi à China?), diz que seria mais fácil que Polo tenha se apropriado de histórias de outros aventureiros ou tomado como suas as experiências que ouviu de seu pai, Nocolò, e de seu tio, Maffeo (que conheceram Constantinopla e a Rússia entre 1250 e 1270).
Afinal, Wood vê sinais claros de plágio, como por exemplo de um guia de viagens persa, essa teria sido a base de Marco Polo. Afinal, para um homem que diz ter vivido na China por 17 anos, é estranho que tenha usado termos árabes e persas para designar até nomes de cidades. O paralelo entre Polo e Ibn Battuta (viajante árabe) foi revelado pelo historiador alemão Herber Francke,"Nada impede, porém, que ambos tenha retirados as mesma informações da mesma fonte".
Mas o que os historiadores não perdoam é o fato de Marco Pol não ter mencionado a Muralhada China e de ter simulado heroica participação no cerco à cidade de Xiangyang. O erro das datas é notório. O cerco foi em 1273, dois anos antes da "suposta" chegada de Polo à China. Polo também gabava-se de ter governado a cidade de Yangzhou por 3 anos, mas não há registros de sua passagem pela cidade. A questão é que ninguém é capaz de dizer se ele chegou ou não até a China - ou até onde chegou no caminho.
Fonte: Aventuras na história, Edição 103 - Fevereiro 2012
sábado, 3 de março de 2012
GOLFINHOS E BALEIAS SERIAM “PESSOAS NÃO HUMANAS”
Nos últimos anos, diversos trabalhos de pesquisa científica demonstraram que os golfinhos têm muitas características que os assemelham aos seres humanos, tais como o uso de nomes próprios e um cérebro complexo que permite resolver problemas, além da já citada autoconsciência.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Cidade de 2200 anos revelada durante seca pode virar “biblioteca de Constantinopla”
Descoberta inicialmente em 2007 após uma seca que baixou o nível do lago Kucukcekmece, o local vem surpreendendo. Apenas na última temporada de escavações, foram encontrados muros de um porto, uma enorme cisterna, uma igreja bizantina com 20 tumbas e estradas de pedra de mais de mil anos de ocupação.
De acordo com os cientistas, trata-se de um local grande, que se espalhava por ao menos oito quilômetros quadrados. Eles também deduzem que deveria ser uma região rica, como um retiro para a elite urbana, com solares e palácios em toda a região. Os vidros de fabricação romana e cerâmica sofisticada encontrados pelo local, além de pedaços de mármore de belas variedades, dão pistas sobre os hábitos dos frequentadores do sítio.
Os pesquisadores acreditam que esta cidade possa se transformar em uma espécie de “biblioteca de Constantinopla”, pois ela tem fornecido muitas informações dos séculos IV a VI d.C., período da fundação de Istambul e de sua ascensão como Constantinopla. Esta cidade foi o centro de três impérios sucessivos - o Romano do Oriente, o Bizantino e o Otomano.
Apesar da empolgação com as descobertas a cada ano, os pesquisadores da Universidade de Istambul e de outras oito instituições estrangeiras preferem não tirar muitas conclusões, já que não há muitas fontes históricas sobre a região. Até mesmo o nome Bathonea não é definitivo. Ele foi inspirado em duas referências antigas: a obra "História Natural" do historiador Plínio, o Velho, e em um trabalho de um monge bizantino de século IX, Teófanes, que chamava a região de Bathyasos.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Você sabe quando Jesus Cristo Nasceu?
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
DNA APONTA QUE ASCENDÊNCIA DE NAPOLEÃO É CAUCASIANA, E NÃO ÁRABE
Napoleão nasceu na Córsega e se suspeitava que tivesse origem árabe por meio de um elo familiar com o mercenário conhecido como "Il Moro di Sarzana", do século XV. De acordo com o jornal francês, as indicações históricas levavam especialistas a crer que os ancestrais árabes de Napoleão teriam desembarcado na Europa ao longo da expansão do Islã ou pelo comércio de mercadorias com a Itália.
Contudo, essa teoria poderá mudar, já que o material genético do pelo das costeletas de Napoleão foi comparado com o DNA de Charles Napoleão, descendente de Jerônimo Bonaparte, irmão de Napoleão. A comparação mostrou que o material é igual e, de acordo com Lucotte, isso evidencia que “Napoleão não era árabe, mas caucasiano".
Agora, para o estudo ser considerado válido, um segundo laboratório terá que fazer a mesma pesquisa e obter o mesmo resultado. Caso a pesquisa mostre progressos, será possível desvendar outros mistérios em torno de Napoleão, como a causa da sua morte, que nunca foi esclarecida. Também é possível que haja uma nova tentativa de abrir o túmulo onde está o imperador para conferir se realmente os restos mortais que estão no Palácio dos Inválidos, em Paris, são de Napoleão.
CIENTISTAS OBSERVAM PELA PRIMEIRA VEZ EL GORDO, UM GIGANTESCO AGLOMERADO DE GALÁXIAS
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Blog agora conta com chat
Cientistas descobrem novas espécies no Oceano Antártico
domingo, 8 de janeiro de 2012
Fim do Tédio
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Eureka!
O Rei Hierão da Sicília queria descobrir se uma coroa que havia recebido de presente era feita de ouro maciço ou se ele havia sido enganado com uma coroa que continha prata; pediu então para que Arquimedes solucionasse o problema. Mas como este poderia fazê-lo sem derreter a coroa?
Enquanto tomava banho Arquimedes percebeu que o nível da água subia quando ele entrava e concluiu que poderia determinar a densidade da coroa pesando-a na água. Ficou tão animado com a descoberta que dizem ter saído nu gritando pela rua "EUREKA!" (Descobri!).
FURTADO, Peter. 1001 Dias que abalaram o Mundo. Sextante, Rio de Janeiro, 2009, p. 62.