Em 1967, depois da morte do pai e sem ter os privilégios de primeira filha, fugiu para o Ocidente e viveu nos EUA (deixou dois filhos na URSS). Publicou duas autobiogrfias, falando mal de Stálin e do Comunismo, e ficou milionária. Mudou o nome para Svetlana Alliluyeva (o sobrenome materno) e depois para Lana Peters, depois de se casar com um arquiteto.
Nos anos 1980 voltou à URSS, e disse ter sido um fantoche da CIA. Quando retornou aos EUA, afirmou que a expressão era um erro de tradução. "Você não pode lamentar seu destino, mas lamento que minha mãe não tenha se casado com um carpinteiro", disse uma vez. Morreu em Novembro de 2011, sozinha, longe dos filhos e na miséria, em um pequeno apartamento no Estado de Wisconsin, EUA.
Fonte: Aventuras na História, Ed. 102, Pág. 23.
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