Realmente é fascinante estudar e entender como viviam os antigos egípcios, seus costumes e seu modo de vida, ainda mais quando descobrimos que herdamos dos egípcios uma invenção muito usada hoje no Mundo todo.
Para entender essa "herança" primeiramente devemos entender o modo de vida sexual da época.
As meninas se casavam com 12 anos e os meninos com 15 - e é possível que tenham uma atividade sexual ativa antes disso. Não tinham vergonha de representar suas variadas práticas sexuais em desenhos e esculturas. Aparentemente não alimentavam tabus quanto à virgindade ou o sexo pelo prazer (sem fins procriativos), mas eram contrários a homossexualidade.
Consideravam mágica a hora de dormir e sonhar - era o momento de contato com os deuses. Por isso, o casal dormia separado. Ao se beijar, costumavam a esfregar o nariz ao invés de tocar os lábios.
O casamento entre irmãos era na família real, mas não nas famílias simples. Os egípcios teriam sido os "inventores" da aliança. Como o coração era considerado o centro da razão e das emoções, e como parte dele uma veia que termina no dedo anelar, os casais passaram a colocar uma fita nesse dedo para "prender" o coração da pessoa amada. Com o tempo, a fita foi substituída por um arco de metal.
Já admitiam o divórcio e os filhos e a casa ficavam com a mulher. A poligamia masculina era tolerada.
Fonte: Aventuras na História - Egito - Edição Especial
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